Universidade: além do ensino

Antes de tudo, se você procura alguma crítica, esse não é o post certo. Este é o certo. Agora é hora de assoprar.

Difícil dizer qual foi a melhor parte da faculdade. Não por falta de opções, mas sim pela grande quantidade de coisas legais que aconteceram nesse período. Essas coisas envolvem pessoas totalmente excelentes com as quais tive oportunidade de conviver em diferentes contextos nos último 5 anos. Dizem que a faculdade é a melhor parte da vida de qualquer pessoa e que as amizades feitas lá você leva para a vida toda. Embora eu ache que a vida dá para ficar bem melhor depois da faculdade, as amizades feitas eu faço questão de manter pelo tempo mais longo possível. A vida acadêmica permite situações nas quais você pode ver quem é quem sob várias perspectivas e talvez por isso seja possível se identificar bem com algumas pessoas.

Tive a oportunidade de conviver com pessoas de personalidades bem diferentes, mas extremamente inteligentes cada uma ao seu modo. Pessoas com níveis de engajamento e comprometimento distintos, mas que nunca deixaram ninguém na mão. As mesmas pessoas que, não por coincidência, foram amigas e presentes durante a graduação. Umas vieram desde o cursinho, outras conheci nos primeiros períodos e outras entraram no barco bem mais para o final. Não importa. O tempo é o de menos. E o que não me surpreende é que essas pessoas continuam me levando a outras novas pessoas igualmente excelentes. Grandes pessoas trazem grandes pessoas. É assim que tem que funcionar ou então não vale a pena.

Certamente o conhecimento técnico aprendido na universidade não foi tão importante quanto o aprendizado de como passar por várias dificuldades ao mesmo tempo, como gerenciar o tempo, como não desistir, como buscar ajuda, como ser ajudado, como trabalhar sob pressão e como ampliar os próprios limites. Apesar de todos os problemas, uma universidade pública como a UFMG traz experiências que dificilmente a pessoa teria em uma faculdade menor. E não estou me referindo à qualidade de ensino, mas sim ao tamanho, à natureza pública e à diversidade encontrada em uma instituição federal.

Na minha área há quem diga que tirar meia dúzia de certificados e fazer um par de cursos aleatórios é o suficiente para proporcionar uma vida tão boa ou melhor que a de quem se forma em uma universidade. Eu não concordo e esse nem é o ponto. Cursar uma universidade “de verdade” não é uma experiência trivial e não é qualquer um que aproveita bem essa experiência. Vale a pena não só pelo conhecimento, mas principalmente por outros aspectos que são proporcionados antes, durante e, acredite, depois do curso. Porque, ao contrário do que dizem, o depois pode ser melhor. Bem melhor.

Posted in Academic, Pessoal, Português

L10N/I18N Test Week Coming Up

Fedora 16 is a few months ahead and next week will be localization and internationalization test week for our next release. This time we decided to keep the tests rolling all the week regardless of test days specific dates. The test days pages were created as a suggestion for which day you can participate but if you can’t contribute on that particular day don’t worry, you have the whole week to run the tests and post the results.

Here are the test days wiki pages so you can prepare yourself:

2011-08-30: Localization Desktop

2011-08-31: Localization/Internationalization Installation

2011-09-01: Internationalization Desktop

The L10N/I18N Test Week has been planed on QA ticket #222. Feel free to drop a note, give suggestions or edit the wiki pages. And don’t forget to show up next week and help us to deliver one more release with high quality internationalization and localization support.

Update: we have changed the dates a bit due to the recent schedule sleep.

Posted in English, Fedora

Bagunça pública universitária

Eu provavelmente poderia esquecer tudo o que vou escrever aqui, começar a dizer que a minha graduação foi uma maravilha e que tudo foi perfeito. Isso seria desonesto por um motivo muito simples: não foi. De fato, o curso foi muito bom e estou convencido que em Minas Gerais não há universidade melhor que a UFMG na minha área. O problema é que isso não é o suficiente. A educação no Brasil é uma bagunça e ser melhor do que a média não quer dizer muita coisa.

Como toda instituição pública, a UFMG tem sérios problemas de burocracia, desorganização e falta de comprometimento dos seus profissionais. Sobre este último ponto, não posso deixar de exemplificar o  comprometimento de alguns professores. Durante a minha graduação houve um professor que deu aula para vários colegas meus e simplesmente não foi dar a prova final. Sim, ele esqueceu e não deu satisfação. Isso chegou a acontecer comigo também, mas felizmente meu professor teve a hombridade de aparecer e explicar porque não pôde aplicar a prova. Houve professor também reprovando 90% da turna e depois expulsando dos alunos da sala dele. Fora professor que já deu aula descalço e outro que apresentava slides com erros grotescos de português.

E claro, tem a palhaçada dos próprios alunos. Sinceramente não dou a mínima para como os outros levam a vida acadêmica deles desde que não prejudiquem outras pessoas. O problema é quando alguém tem que fazer alguma coisa, não faz ou faz mal feito, e acaba prejudicando quem não tem nada a ver com isso. Prejudicar os outros nada mais é que desonestidade e falta de caráter. Outro aspecto importante é que tem muita gente que quer estudar em faculdade pública sem que haja um preço. Gente que reclamava que tinha que pagar 200 reais por ano para a FUMP. Nem de longe o modelo da FUMP é o melhor, mas chegaram a falar que a Fundação estava tendo lucro com o dinheiro que era pago, o que simplesmente é ignorar que ela precisa ter dinheiro disponível para atingir seus objetivos no longo prazo, mesmo sendo uma instituição sem fins lucrativos, ou seja, nem é lucro. Não sei de onde os DCEs da vida tiraram isso.

Os pior é que a qualidade dos professores e alunos é o menor dos problemas. Há excelentes professores na UFMG e na minha opinião eles são maioria. Há professores e alunos bons e ruins em todas as instituições, cada um com seu estilo, o que garante a diversidade. O problema real é a desorganização. Uma vez, por exemplo, mudaram o horário de uma disciplina já com ela em curso. O resultado? Tive que fazer duas matérias ao mesmo tempo. Isso mesmo, duas matérias no mesmo horário. Outro fato relevante que não se passou comigo, mas que demonstra a desorganização, é que certa vez o colegiado cometeu um erro ao fazer a requisição de uma matéria para outro departamento. No final das contas a matéria não estava disponível para matrícula e ficou assim o semestre inteiro. Isso sem falar na dificuldade para fazer matrícula em matérias eletivas e optativas. Já fiz matrícula em uma disciplina optativa e foi aceita normalmente. Um tempo depois minha matrícula nessa mesma matéria foi sumariamente cancelada. Disseram que acabaram decidindo que ela seria apenas para a pós-graduação. Na teoria, a ideia de diversificar a grade é muito boa, entretanto é mal implementada. É difícil conseguir vagas, é necessário fazer uma pré-pré-matrícula a parte e não é claro como fazer para obter uma formação complementar. Ainda há uma série de assimetrias como a demora na contratação de professores levando a longos períodos sem aula, falta de estacionamentos e segurança deficiente no campus.

Não tenho dúvida que as universidades públicas do Brasil ainda são, no geral, melhores que as particulares e que isso continuará por um bom tempo. A questão é que os problemas mais graves não dependem de dinheiro para serem solucionados e não são relativos à qualidade dos alunos ou professores. Esses problemas simplesmente não têm a atenção devida, seja por falta de vontade para resolver, comodismo ou pura falta de visão.

Posted in Academic, Pessoal, Português

We got media!

Depois de um extenso ticket para encontrar qual a melhor maneira de produzir mídias do Fedora em larga escala em território nacional com verba estrangeira, finalmente recebi aproximadamente 1.300 mídias do Fedora 15, entre LiveCDs Desktop e KDE, além DVDs de instalação em maior quantidade.

As mídias serão distribuídas para os embaixadores nos diversos estados do Brasil. A primeira remessa vai para o Amazonas, onde será realizado o Fórum Amazônico de Software Livre no final do mês. Uma boa parte das mídias será destinada ao Latinoware, o maior evento de Software Livre no Brasil no segundo semestre.

Posted in Fedora, Português Tagged

Monografia: O Efeito da Colaboratividade na Produção dos Bens e na Construção do Conhecimento

Há alguns dias me perguntaram se eu iria publicar a minha monografia e eu respondi brincando: “Vou publicar no meu blog”. Como toda brincadeira tem um fundo de verdade e como algumas pessoas que ouviram minha entrevista no Castálio Podcast me perguntaram sobre, resolvi publicar o arquivo aqui para quem, por ventura, se interessar. Cito o resumo como uma prévia do documento:

Neste trabalhado são apresentadas diferentes formas de colaboratividade em grande escala sob a ótica da tecnologia, biomedicina, mobilização social e economia. Por meio de um estudo do histórico da colaboratividade é demonstrada a importância de acontecimentos como a evolução da imprensa, a Segunda Guerra Mundial e o pós-guerra e a revolução digital do fim do século XX e início do século XXI. São analisadas as atividades, estruturas de organização e evolução de projetos colaborativos geograficamente dispersos e culturalmente diversos, como projetos de Software Livre e Código Aberto, o Projeto Genoma Humano, a organização não governamental Navdanya International e o modelo de negócios da empresa Amazon. A partir da análise dessas diversas formas de colaboratividade são avaliados os impactos tecnológicos, econômicos e sociais na produção dos bens e na construção do conhecimento. Por fim, com base nos aspectos aferidos no estudo, são determinados elementos chaves necessários para a viabilização de projetos colaborativos globais que possam usar a tecnologia a seu favor e consequentemente atingir seus objetivos.

Posted in Academic, Português Tagged

Final graduation paper sneak peek

Classes at the university are now over and final paper is done. While I wait for the graduation ceremony it’s time to share some results of my research. Basically the paper is about the collaborative environment provided by the Internet era. Four different areas of knowledge were analyzed: information technology represented by FLOSS projects, biomedicine represented by the Human Genome Project, social mobilization represented by the NGO Navdanya International and economy represented by Amazon’s business model. Based on the study of organizational structures, ways of communication and evolution of those initiatives, the technological, economical and social impacts of collaboration were analysed. In addition, key aspects for the success of culturally diverse and geographically disperse collaborative projects were identified. Here is a summary:

  • Transparency: under two aspects. First: clear and public decisions. Second: open and broad communication, not only of decisions made but also of problems, accomplishments and general useful information. It’s important to state that transparency does not prevent misinterpretation or allegations of lack of information. On the other hand, transparency does help to provide crucial information for organizational/financial matters and to support current and future decisions.
  • Knowledge of legal context: global projects tend to act over different jurisdictions and all stakeholders should be aware of that. Contributors should be constantly informed of legal differences between states and countries. For instance, the patent systems in some countries represent a big issue here.
  • Conscience of cultural differences: participants should be aware that language and cultural differences might bring some asymmetries to communication. Even so, those differences must not prevent people from communicate and work together. Community organizers should be aware that societies from all over the world might have different interpretations of values such transparency and democracy.
  • Open and proper infrastructure: collaboration initiatives should provide the tools for contributors to work on whatever is necessary. In addition, the infrastructure should be extensive in order to enable contributors to create new tools from the ones that already exist. Internationalization support is crucial for this element as well as information systems capable of provide high quality communication and minimize information dispersion.
  • Face to face meetings: one thing common to the projects evaluated is that all of them foster face to face contacts. In big projects is hard to get everyone together, but conferences, workshops and training sessions, at least for key contributors, help to build trust and sense of community.
  • Creation of value: collaboration projects should create value for contributors, whether they are companies, volunteers, paid employees, universities or government agencies. The value created can be knowledge, a product, meritocratic recognition, personal satisfaction or even financial results. It’s important that contributors know what they can achieve depending of their level and area of collaboration.

Well, the paper has a lot more information and this is just a tiny part I wanted to share here. I’ll publish the complete document here but it is written in Portuguese, so I hope you have enjoyed this sneak peek in English!

Posted in Academic, English, Fedora Tagged

As 63 frases que marcaram a minha graduação

Revivendo uma ideia do meu antigo blog, aqui está o resultado da minha luta psicológica para encontrar uma epígrafe para a minha monografia. Infelizmente, dentre tantas frases geniais, só posso escolher uma. Nesse processo, foi Impossível não recordar as várias frases que marcaram a minha graduação em fim iminente. São tantas que não espero que ninguém chegue ao final. Aí vão elas:

“Dá lucro? (Aplausos)” – Fera

“Roda o PDCA.” - Roncalli

“Como diria lá na escola: ‘De todos os pontos ele não tem nenhum.’” – DMF sobre Roncalli

“Pirex!!!” – Marina me chamando

“Como diria lá na escola: ‘Ou é pangaré ou é cavalo de corrida.’” – DMF sobre candidatos a vagas de emprego

“…” – Cara de Default mudo sobre um furador de ovo

“E agora? E agora? E agora? E agora? E agora? E agora?” – Minininho enchendo o saco

“Meu coração quase parou!” – Fera descrevendo a correção de uma de suas provas

“Sinal amarelo!” – Pequeno Pato

“Como diria Chico Buarque de Holanda: ‘E agora José?’” – DMF sobre o poema de Carlos Drummond de Andrade

“Pirecolino!!!” – Marina me chamando

“Ultimamente não tenho dado nem pro meu marido.” – EP quando retoricamente perguntada se poderia dar alguma questão da prova antecipadamente

“Não.” – Cara de Default quando perguntado se lembrava de mim duas horas depois de me ver na sala.

“Como assim ele não lembra de você?” – Mex sobre a frase acima, atônito com a amnésia instantânea

“Sinal vermelho!” – Pequeno Pato

“Não me venha com chorumelas!” – Marina, vindo a mim com chorumelas

“É bater o martelo.” – DMF sobre?

“Onde estão as suas duas esposas?” – Daniel sobre uma época em que eu tinha duas esposas

“Aoshi Maaaaacho” – Osório sobre o Maaaaacho

“Pra mim você não existe.” – Lula

“MAS É COMPROVADAMENTE NP-COMPLETO? COMPROVADAMENTE? COMPROVADAMENTE? – NP-Completo sobre NP-Completo

“MAS COMO ASSIM EU NÃO POSSO TER UM NOTEBOOK QUÂNTICO?” – NP-Completo revoltado com seu sonho distante de consumo

“Porra, Igor. Para de viajar!” – Mex sobre mim

“Pirudo!!!” – Marina me chamando. Essa eu deixo aberta a interpretações.

“Faz sentido isso?” – Pequeno Pato sobre o que nunca fez sentido

“De 10 a 20.” – Osório quando perguntado retoricamente sobre quantos milímetros iriam chover. Sim, ele sabia.

“Você não acha que as pessoas podem mudar?” – Senhora Default tentando justificar o injustificável sobre Cara de Default.

“…” – Cara de Default depois de ser epicamente trollado pelo Lula, provando que as pessoas podem mudar sim. Para pior.

“Tem que seguir o processo.” – CIP sobre todas as coisas do mundo

“Volta na definição.” – JM sobre todas as dúvidas do mundo

“Pirequinho!!!” – Marina me chamando

“Deixar dois aqui.” – Osório pagando as dívidas

“Epígrafes são demasiadamente piegas.” – Bruna agora mesmo no meu Facebook

“Você é um reclamão!” – Outro JM, esse armado com um guarda-chuva

“Eu achei que era comigo.” – Cara no ponto de ônibus ao achar que era pra ele o tchau que era pra mim

“Eu programo em .NET desde 2002.” – Cara de Default, mostrando que o programador e a linguagem se merecem

“Então me envia o seu currículo.” – NP-Completo para Cara de Default, mostrando que as pessoas se merecem

“É… não dá mais pra mim.” – Roncalli constatando o óbvio

“Eu já sabia.” – DSMS sobre cômicas revelações

“Igorino!!!” – Marina me chamando

“CÊ TÁ LOUCO?” – Alberta assustando outra mulher

“XMLiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii” – Freddie Mercury Prateado

“Uma árvore caiu em cima do seu carro? E o que eu posso fazer?” – MJ no telefone no meio da aula

“Você nunca vai esquecer disso?” – Bruna sobre a minha pior e única ida ao CEU, pela qual eu a culpo até hoje e seguirei culpando.

“Essa é a Lei de Gérson.” – DMF sobre o Brasil.

“Não tem como ele correr atrás de mim.” – Aparecido, antes de roubar uma lista exercício do monitor deficiente. É, pois é, Lei de Gérson.

“Pirão!!!” – Marina me chamando

“Cê tá aí né?” – Osório diariamente

“Eu sou assexuado.” – Shiryu

“Proibida a entrada de alunos.” – Frase na porta do colegiado

“Nossa, mas você hein. Sai de perto de mim.” – DSMS sobre meu azar potencialmente contagioso.

“Não acredito que você fez isso comigo!” – Marina depois de eu ter prometido um pedaço do chocolate e posteriormente tê-lo comido todo

“Igor!!!” – Marina me chamando no momento de raiva

“Pilantra!!!” – Marina reforçando o ponto

“Vocês sabiam que o gosto amargo do chocolate tem relação com o teor de cacau?” – Dudu

“CLARO QUE EU SEI!” – Aparecido respondendo à pergunta acima

“Meu pai era mafioso.” – DMF sobre suas origens

“Tenho certeza que é você quem escreve isso.” – Bruna me acusando de ser a identidade secreta do Cão da Depressão

“Pirado!!!” – Marina me chamando

“Arlei!” – Harlley corrigindo o professor sobre a pronúncia do nome dele pela 123ª vez na vida

“Você não tem cara de quem trabalha.” – Marina sobre o vagabundo que escreve mais de 60 frases no blog, mesmo antes dele ter feito isso

“Fica assim então.” – Osório diariamente

“Como diria Juca Chaves: ‘Tchau’” – DMF

Atualização: parem de ficar me lembrando e dando ideias! Eram 57 frases e já estamos em 63! :)

Posted in Academic, Pessoal, Português

About a thrilling moment at FUDCon Panama

Before heading to Panama I planned to host a hackfest session to discuss some ideas for the next FUDCons in Latin America. I registered the session on the wiki and prepared a few slides just to guide people through the topic. When preparing the event agenda in Panama I scheduled the session for the last hour of the last day of the conference. That was because I wanted everybody to be aware of what a FUDCon is before attending to the hackfest.

Before the session starts I asked Alejandro and Sebá to attend in order to share their experiences with everybody. Alejandro was the main organizer of FUDCon Panamá, and Sebá the main organizer of FUDCon Santiago held last year in Chile. Earlier at the event Alejandro told me that he doesn’t like to appear much, so I thought: “I’ll make him talk!”. And he did it great! He accumulated a lot of experiences organizing the FUDCon, so did Sebá. Jared also took the opportunity to say some final words and thank everyone involved in the FUDCon.

We only hosted 3 FUDCons in LATAM, therefore those experiences need to be shared because they are useful for next organizers, probably some of them were at the audience in the hackfest. I am sure that the experiences we shared that day will be useful for many Fedora contributors, but that was not the best thing. The best thing was the sentiment and the environment in that session. I didn’t plan it, but Alejandro and Sebá presented each other with a T-shirt of the FUDCons their organized. Alejandro received from Sebá a T-shirt of FUDCon Santiago and Sebá received from Alejandro a T-shirt of FUDCon Panama.

Picture by Diego Tejera

It might be subtle and only a symbolic gesture, but the important thing here is that this is exactly the kind of democratic, healthy, and friendly environment I would like to see and foster in the whole Fedora community around the world. Cheers!

Posted in English, Fedora Tagged ,

FUDCon Panamá Dia/Día/Day #3

Hoy fue el último día de FUDCon Panamá y fue muy provechoso para mi y creo que para todos que participaron de las charlas y hackfests. Empecé el día en la charla de Daniel acerca de la infraestructura latinoamericana de Fedora donde empezamos a  discutir algunos cambios y mejorías necesarias. Jared Smith hice una presentación acerca de como ser el próximo líder del proyecto Fedora, con consejos a los embajadores y colaboradores para que hagan un buen trabajo.

Hoy también fueron presentadas las charlas relámpago, incluyendo un chico de 14 años, lo que fue muy interesante para todos. El día también fue lleno de mesas de trabajo, por ejemplo acerca de infraestructura, configuración de clusters y artwork.

En una de las últimas sesiones propuse una discusión con ideas para las próximas FUDCons, basadas en las experiencias de Alejandro, el organizador de FUDCon Panamá y Antonio, el organizador de FUDCon Santiago el año pasado. Aún que elles sean los principales organizadores es bueno recordar también que hay muchas personas trabajando en las FUDCons. La ayuda de todos es muy importante para un evento de suceso.

Después del evento fuimos al FUDPub, donde los brasileños mostraron que no son mejores que los argentinos solamente en el fútbol, pero también en el boliche! :P

Muchas gracias a Alejandro y a todos los panameños por la hospitalidad. Sin duda fue una gran experiencia para todos los colaboradores que fueron a la conferencia.

Posted in Español, Fedora Tagged ,

FUDCon Panamá Dia/Día/Day #2

Hoje tivemos três trilhas de palestras na FUDCon Panamá, duas a mais em relação a ontem. Foram realizadas palestras técnicas sobre temas como virtualização com KVM, Koji, arquitetura ARM, empacotamento e também outras palestras de caráter menos técnico, como sobre o projeto de embaixadores e design.

kanarip talk

O sistema de barcamps talvez pareça confuso para algumas pessoas que não estão acostumadas com esse tipo de evento. Nesse sistema vamos nos auto organizando e construindo a grade de acordo com uma votação dos temas mais desejados e editamos a wiki conforme necessário durante o evento. É uma maneira interessante de montar a programação, mas todos tem que ficar atentos às alterações que são feitas.

A minha apresentação sobre internacionalização e localização de software também foi hoje. Expliquei todo o caminho de internacionalização, desde o código-fonte até a tradução, passando pela gettext, intltool e Transifex. Os slides da minha palestra podem ser baixados aqui.

Posted in Fedora, Português Tagged ,