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Pessoal
Coisas aleatórias da vida
A bananice do voto nulo
21/08/10
Volta e meia vejo alguém recomendando o voto nulo, seja nessas eleições ou em qualquer outra. Particularmente, não vejo qual objetivo essas pessoas estão tentando atingir. É do conhecimento geral que no Brasil apenas são levados em conta os votos válidos, ou seja, votos nulos e brancos são excluídos da conta. É bem provável que a urna eletrônica sequer conte o voto nulo. Portanto, quem pensa em votar nulo para “protestar” está fazendo algo completamente inútil, já que no final das contas nunca ficamos sabendo exatamente quantos votos foram anulados. Mesmo que a urna contabilizasse isso, não faria muita diferença, pois a nossa legislação eleitoral não estipula nenhum limite máximo de votos nulos para que haja novas eleições ou algo assim. Na prática, se todo mundo anular o voto e eu escolher um candidato, então ele será eleito.
Outras pessoas dizem que anulam o voto porque não querem ter a responsabilidade de escolher alguém ruim. Isso é pior ainda. É basicamente tirar o corpo fora para se isentar de qualquer cobrança depois. Além disso, elas não tem o trabalho de procurar se informar. É muito cômodo e intelectualmente desonesto.
Se você acha um absurdo ter que comparecer à seção eleitoral, então pelo menos vá lá e vote em um candidato a favor do voto facultativo. Quem sabe nas próximas eleições você possa ficar em casa dormindo. Apoiar o voto facultativo com um limite máximo de abstenção é totalmente legítimo e objetivo. A bananice está em se isentar em um sistema que ignora o direito de não escolher, deixando que outros escolham por você. Ainda vale a pena lembrar que há pouco tempo vivíamos sob uma ditadura e muitos foram mortos e torturados defendendo as liberdades que temos hoje. A democracia não é para impedir que os ruins ganhem, mas sim para evitar que eles fiquem no poder para sempre.
Há um mês atrás no Rio de Janeiro…
28/03/10
Não cheguei a postar nada aqui na época do show do Coldplay e ao que parece, pelo no calendário, já faz um mês que fui ao Rio de Janeiro. Não farei nenhum juízo de valor sobre o show pois sou altamente suspeito para falar, mas nesse vídeo que gravei a partir da grade de uma das passarelas, vocês podem conferir um pouquinho do que foi a emoção de estar na Praça da Apoteose com o Coldplay e mais 38 mil coldplayers, incluindo a Senhora Ellen Andrade, suas batatas Ruffles e um par de Havaianas recém comprados pela mesma.
The Hardest Part + Postcards From Far Away
“I wonder what it’s all about
Everything I know is wrong
Everything I do it just comes undone
And everything is torn apart
Oh and it’s the hardest part
That’s the hardest part”
O Lucas chegou!
06/01/10
Não é promessa de ano novo
28/12/09
Todos dizem que a chegada de um novo ano é uma boa época para começar ou recomeçar a fazer algo. O que todo mundo também diz é que isso nunca funciona. Mas quem liga afinal de contas? Por que esperar o dia primeiro para começar se posso fazê-lo agora mesmo?
O objetivo principal desse blog é não guardar as minhas divagações aleatórias sobre a vida, ou seja, a julgar pelo parágrafo anterior eu já comecei mal. Pretendo divulgar aqui várias atividades que eu venha desenvolver no Projeto Fedora, palestras, opiniões (as eleições vem aí), projetos acadêmicos e iniciativas que por ventura eu ache interessante. É possível que além dos posts em Português, muitos sejam em Inglês e alguns outros em Espanhol, quando for conveniente.
Em breve escreverei um primeiro post de verdade! Isso aqui foi só uma pequena enrolação. Enrolações maiores virão.

